O levantamento da Agência Brasil ouviu relatos como o de Kaio, que perdeu mais de R$ 200 mil, emprego, casa, carro e a guarda dos filhos, e hoje se trata em um Caps do DF com três remédios diários e terapia em grupo; a psiquiatra Kátia Branco (HC-USP) explica que o contexto social e a publicidade enganosa atingem especialmente as classes C e D, gerando depressão e ideação suicida, enquanto a psicóloga Claudia Feres (SES-DF) defende que o tratamento deve ser multidisciplinar e envolver a família, e o IBJR reconhece a gravidade do jogo problemático, mas afirma que as plataformas reguladas seguem regras rigorosas de publicidade.
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