A ação, que segue até 30 de setembro em Belém, envolve visitas domiciliares a beneficiários de 0 a 18 anos e busca diagnosticar dificuldades de acesso, permanência e participação escolar – como transporte, acessibilidade e estrutura física –; a assistente social Ananda Almeida reforça que a participação é voluntária e não corta benefícios, e que os dados alimentarão plataforma federal para subsidiar políticas públicas intersetoriais (Assistência Social, Educação, Saúde e Direitos Humanos), enquanto a mãe Rosiane Miranda avaliou a iniciativa como positiva para melhorar as condições dos estudantes.
Foto: Agência Belém

