Nesta quarta-feira, 2, a Polícia Federal, em colaboração com a Receita Federal, conduziu a operação “SIN TAX”, visando combater os delitos de contrabando e descaminho de produtos eletrônicos, além de combater a lavagem de dinheiro. Segundo a Polícia Federal, a suspeita recai sobre uma organização criminosa especializada na importação e venda fraudulenta de equipamentos eletrônicos nos estados do Pará e Piauí.
A investigação é resultado de duas iniciativas da Polícia Federal: a Operação Mercador Fenício, iniciada em novembro de 2022; e a detenção em flagrante em dezembro de 2023 de um viajante no Aeroporto Internacional de Belém, que tentou entrar no país com vários aparelhos eletrônicos sem cumprir os trâmites de importação adequados e sem pagar os impostos devidos.
A Justiça Federal do Pará emitiu 11 mandados de busca e apreensão, 10 em Belém e um em Teresina, Piauí, envolvendo 16 auditores-fiscais e analistas-tributários da Receita Federal. Além disso, a 4a Vara Federal Criminal determinou o sequestro e o bloqueio de bens no montante de R$ 6,4 milhões. Em um dos locais visados pela operação, os agentes confiscaram aparelhos celulares e computadores.
Conforme a Polícia Federal, a investigação desvendou uma organização criminosa especializada na importação ilegal, transporte, armazenamento e venda de aparelhos eletrônicos, tais como drones e celulares de alto valor, provenientes de descaminho.
Foto: PF

