Defesa de Bolsonaro alega que arma estava inoperante para segurança e que ex-presidente mandou consertá-la

A defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro afirmou que a arma de fogo citada nas investigações estava desativada e era mantida apenas como item de proteção pessoal. Segundo os advogados, o equipamento não representava risco, pois se encontrava inutilizado, e o próprio ex-presidente teria determinado seu conserto para uso exclusivo em defesa própria. A declaração foi apresentada como parte da argumentação jurídica em processo que tramita na Justiça. O caso envolve questionamentos sobre a posse e o manuseio de armamentos durante o período em que Bolsonaro ocupava a Presidência da República.

Os representantes legais sustentam que a manutenção do artefato foi uma medida preventiva e que não há qualquer irregularidade na conduta do ex-mandatário. A estratégia da defesa busca desvincular Bolsonaro de acusações relacionadas ao porte ilegal ou desvio de finalidade do armamento. O processo corre sob sigilo, e a defesa alega que a situação foi distorcida para criar uma narrativa prejudicial ao ex-presidente. As autoridades seguem analisando os elementos apresentados para decidir sobre a continuidade da investigação.

Foto:  Marcelo Camargo/Agência Brasil