De acordo com o Ministério da Saúde, as internações por herpes-zóster no Brasil vêm aumentando no Sistema Único de Saúde (SUS). Em 2020, 3.517 pessoas foram hospitalizadas por herpes-zóster.
Em 2023, foram 4.202, um salto de 19,5%. Segundo especialistas, esse fenômeno está acontecendo, principalmente, porque os mais atingidos são os idosos, grupo cada vez mais representativo na população.
Outro ponto é que, no Brasil, a vacina da catapora só começou a ser aplicada em crianças na década de 1990. Ou seja, a maioria da população que atualmente tem mais de 35 anos foi infectada na infância.
Os sintomas são febre, dor de cabeça, mal-estar, dores, sensação de formigamento, agulhadas ou adormecimento em determinada região do corpo e bolhas com líquido transparente, especialmente no tórax, abdômen e rosto.
O contato com uma pessoa doente aumenta muito o risco de desenvolver a doença, cujo vírus já está alojado em praticamente todas as pessoas. Ao se manifestar, a enfermidade pode levar a uma série de complicações, categorizadas como neurológicas e oculares.
Podem surgir ainda problemas como hepatite e pneumonia, além de disfunção da bexiga e do intestino, quando a doença atinge a região lombar ou sacral, e risco aumentado de derrame e infarto. O tratamento é feito com medicamentos antivirais, que deve ser iniciado até 72 horas após o início das erupções cutâneas.
Ele reduz significativamente a duração e a gravidade do quadro e da dor aguda, além de diminuir a probabilidade de neuralgia pós-herpética. A pessoa deve procurar ajuda médica diante de qualquer sinal que possa indicar a doença é muito importante.
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