Uma nova análise de DNA do Santo Sudário, relíquia que muitos acreditam ter envolvido o corpo de Jesus Cristo, revelou traços genéticos de populações indianas e do Oriente Médio, sugerindo que o tecido passou pela Índia antes de chegar à Europa. Publicado na revista BioRxiv, o estudo identificou a linhagem H33, comum entre drusos e árabes, além de microrganismos típicos do Mar Morto.
O pano de linho de 4,4 metros, atualmente na Catedral de Turim, também apresentou vestígios de plantas e animais como coral vermelho, milho, banana e porcos, refletindo séculos de circulação mundial. Embora testes de carbono-14 indiquem origem medieval, a conexão com a Índia já havia sido apontada em 2015, quando 38,7% do DNA foi associado ao país asiático.
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