Um estudo internacional divulgado em maio de 2026 colocou o Brasil na segunda pior posição mundial em qualidade de pavimentação, ficando atrás apenas da Rússia. A pesquisa analisou critérios técnicos em mais de 40 países e apontou problemas como baixa durabilidade, desgaste precoce e altos custos de manutenção, fatores que afetam diretamente a segurança nas estradas e a eficiência do transporte de cargas e passageiros.
Segundo o levantamento, a instabilidade na qualidade dos polímeros utilizados na composição do asfalto, confirmada por dados da Agência Nacional do Petróleo (ANP), contribui para o cenário enfrentado pelas rodovias brasileiras. Especialistas alertam que a situação gera prejuízos bilionários à economia devido ao aumento do consumo de combustível, dos custos logísticos e do número de acidentes. Como alternativa, projetos como o bioasfalto CAP Pro R, desenvolvido pela Petrobras em parceria com o Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás (IBP), buscam ampliar a resistência das vias e reduzir impactos ambientais.
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