Turistas nacionais e estrangeiros têm formado filas para gravar vídeos no alto de uma laje na Rocinha, comunidade da Zona Sul do Rio de Janeiro, pagando valores que podem chegar a R$ 200 pelo acesso ao local. As imagens produzidas no mirante improvisado viralizaram nas redes sociais, mostrando a vista panorâmica da favela e movimentando um novo ponto de visitação na região.
A prática reacendeu o debate sobre os limites do turismo em comunidades e a exploração comercial desses espaços. Moradores e especialistas apontam a necessidade de discutir a regulamentação da atividade, que ocorre de forma paralela em meio ao crescimento da demanda por experiências imersivas em áreas populares da capital fluminense.
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