Durante sessão da Câmara de Marabá, a Mineradora Buritirama sofreu várias críticas. Primeiro a se posicionar sobre o assunto, o vereador Ray Athie disse que a empresa deve para Marabá R$ 130 milhões de Cfem (Compensação Financeira pela Exploração Mineral). Decano do parlamento marabaense, Miguel Gomes Filho, o Miguelito, frisou que é preciso dar um chega pra lá na Buritirama.
Para ele, a mineradora, junto com a Vale, Governo do Estado, e Equatorial são as piores empresas para Marabá. O vereador Aerton Grande também concordou sobre a necessidade de apertar a Buritirama. O vereador Pedrinho Correa lembrou uma reunião em 3 de setembro de 2019, quando ocorreu acidente que matou duas jovens na região do Rio Preto.
Ele rememorou que àquela época, houve compromissos por parte da empresa Buritirama. Elza Miranda também entrou no assunto Buritirama e crê que a colocação de balanças irá ajudar a quem transita pela estrada. O presidente da Câmara, Alecio Stringari, elogiou o colega Ray Athie pela revolta e indignação com o descaso da Buritirama para com Marabá.
Lamentou que a empresa nunca cumpra o que promete, nem mesmo um Termo de Ajuste de Conduta firmado e criticou o sumiço da empresa por cerca de três anos.
Foto: Câmara de Marabá
