Até o final dos anos 1990, os indígenas universitários eram poucos. Segundo o Censo Demográfico de Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em 2000, eles eram em média 4 mil.
Nas últimas duas décadas houve um crescimento expressivo, chegando, segundo o Censo da Educação Superior (CenSup), a 47 mil matriculados em 2020.
Em um país cujos povos originários foram e continuam tão brutalmente massacrados, conquistas como a criação de um ministério, a ocupação de cargos políticos e espaços na academia devem ser comemorados sim, mas há de se ressaltar que a luta é constante.
Foto: Antonio Cruz/Agência Brasil
