Veja 5 perfis de técnicas de futebol que podem inspirar líderes empresariais

Com a Copa do Mundo Feminina 2023, prevista para acontecer no dia 20 deste mês na Austrália e na Nova Zelândia, o PageGroup, consultoria de recrutamento executivo especializado, listou o perfil de liderança de cinco técnicas de seleções que participarão da Copa.

O objetivo é avaliar como esses diferentes estilos de gestão podem se encaixar nas empresas e quais podem estar em falta. Veja abaixo os perfis das treinadoras que a sua empresa já tem ou ainda precisa, de acordo com o levantamento da PageGroup:

  1. Pia Sundhage – Brasil: A técnica da seleção brasileira é considerada uma referência no mundo do futebol feminino como jogadora e treinadora. Além de participar de 3 copas do mundo e conquistar uma medalha de prata nas Olímpiadas de 1996, Pia garantiu no comando técnico duas medalhas de ouro olímpicas para os Estados Unidos (2008 e 2012).

A comandante também é conhecida por se adaptar a diversos cenários e ter diferentes estratégias no mesmo jogo, segundo a PageGroup. Ela tem perfil de Liderança: experiente, é uma líder com muitas conquistas na carreira e que sabe extrair o máximo de rendimento das atletas pelo seu conhecimento de jogo. Adota uma comunicação clara e bem-humorada, característica bem-vista por suas equipes.

Também analogia com o mundo corporativo: gestora com muita experiência e que busca sempre o melhor desempenho. Tem boa gestão de grupo e sabe extrair o melhor dos colaboradores com conversas claras e tranquilas.

2. Bev Priestman – Canadá: Mesmo sendo jovem, Bev possui experiência como assistente técnica da Nova Zelândia, com participação na Copa do Mundo Feminina de 2015. Assumiu a equipe canadense em 2020 e desde então aplica seu conhecimento tático moderno e ofensivo.

Em seu perfil de liderança: técnica com mentalidade ambiciosa e vencedora, motiva suas atletas para que mantenham o mais alto grau de determinação para alcançarem os objetivos. Em analogia com o mundo corporativo: líder jovem, motivada e que sabe como se comunicar com os colaboradores para criar um ambiente saudável e ambicioso.

3. Martina Voss – Alemanha: “Gestão de talentos. A frase é quase perfeita para definir a técnica da Alemanha Martina Voss”, diz a diretora da PageGroup. Como atleta, foi campeã dos Jogos Olímpicos de 1984 e da Copa do Mundo Feminina em 2003.

Em seu perfil de liderança: A treinadora preza pelo desenvolvimento e a motivação individual das atletas, criando um ambiente positivo e agradável para a equipe. Em analogia com o mundo corporativo: a líder que sabe selecionar e desenvolver talentos, tem empatia e entendimento para aplicar a estratégia correta em cada processo.

4. Sarina Wiegman – Inglaterra: com início de trabalho nas categorias de base da Holanda, a técnica já recebeu o prêmio de Treinadora do Ano da FIFA em 2017, como reconhecimento do trabalho feito na seleção holandesa principal na Eurocopa do mesmo ano.

Em seu perfil de liderança: líder pragmática, organizada e que trabalha a eficiência e os relacionamentos sólidos para criar um ambiente agradável. Em analogia com o mundo corporativo: acredita na organização dos processos e na união dos colaboradores para entregar resultados eficientes.

5. Milena Bertolini – Itália: “Uma das figuras mais importantes no desenvolvimento do futebol feminino na Itália”, afirma Valente. Milena assumiu a seleção italiana em 2017 e logo alcançou resultados surpreendentes, como a classificação para a Copa do Mundo Feminina de 2019, algo que não ocorria no país há 20 anos.

Em seu perfil de liderança: sabe trabalhar a mentalidade em longo prazo para o desenvolvimento das atletas de forma individual e coletiva. Mantém um estilo organizado e preza pela união do grupo. Em analogia com o mundo corporativo: mesmo com foco em processos de trabalho de médio e longo prazo, consegue se adaptar para extrair o melhor dos colaboradores para entrega de resultados em pouco tempo.

Foto: divulgação