A estreia turbulenta de Virgínia Fonseca como rainha de bateria da Grande Rio gerou um desgaste profundo com a cúpula da agremiação, a ponto de membros da diretoria classificarem a contratação como “um tiro no pé” . De acordo com o jornal “Extra”, o presidente de honra Jayder Soares perdeu a paciência com a influenciadora ainda na concentração, quando ela insistiu em fazer lives e exigiu convites para estilistas, amigos e videomakers — equipe que o dirigente já não queria por perto caso a escola estivesse no Desfile das Campeãs . O clima de tensão se estendeu para a avenida, onde Virgínia foi vaiada, enfrentou problemas com o tapa-sexo descolado e precisou retirar o costeiro de 12kg no meio do percurso devido a dores . Fora da celebração das seis melhores — a escola ficou em 8º lugar, pior colocação desde 2019 —, o futuro da influencer no cargo agora depende de condições impostas pela diretoria .
Apesar do contrato de dois anos assinado entre a agremiação e uma empresa da qual Virgínia é sócia — com investimento estimado em R$ 15 milhões, incluindo um perfume personalizado —, a permanência da apresentadora não é automática . A escola quer que ela “descanse sua imagem”, dispensando o staff pessoal e limitando sua presença na quadra apenas a eventos considerados importantes . O estopim para a insatisfação de Jayder foi a postura da equipe da influenciadora nos bastidores, somada à bronca transmitida ao vivo e à truculência dos seguranças particulares, que chegaram a agredir jornalistas na concentração e na dispersão . Procurada, a assessoria da Grande Rio não se manifestou sobre os episódios, mas nos bastidores já se especula um possível retorno de Paolla Oliveira ao posto em 2027.
Foto: @virginia
