O presidente da CPMI do INSS, senador Carlos Viana (Podemos-MG), declarou em entrevista ao programa Roda Viva que uma testemunha mencionou o pagamento de uma mesada de R$ 300 mil a Luís Lula da Silva, filho do presidente Lula. O valor teria sido repassado pelo lobista Antônio Carlos Camilo Antunes, conhecido como “Careca do INSS”, apontado como principal operador de fraudes no instituto. Viana ressaltou que não pode acusar Lulinha, mas criticou o que chamou de “blindagem” do governo, após o ministro Flávio Dino, do STF, derrubar a quebra de sigilo do filho do presidente, que havia sido aprovada pela comissão.
Viana também abordou o caso do banqueiro Daniel Vorcaro, citando uma mensagem enviada a uma linha funcional do STF horas antes de sua primeira prisão. O senador afirmou que pedirá esclarecimentos à Corte sobre quem estava de posse do telefone na ocasião e defendeu que Vorcaro feche um acordo de delação premiada, acreditando que o ministro André Mendonça homologaria a colaboração.
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