Foto: Antonio Cruz/Agência Brasil
O Partido dos Trabalhadores planeja aumentar a segurança no entorno do ex-presidente e pré-candidato a presidência no próximo ano, Luis Inácio Lula da Silva (PT). Isso porque a sigla teme possíveis atentados contra o metalúrgico, tais quais ocorreram contra o próprio presidente Jair Bolsonaro (sem partido), em 2018, durante um ato de campanha em Juiz de Fora, Minas Gerais. Na ocasião, o capitão do Exército recebeu uma facada de Adélio Bispo e foi levado às pressas à Santa Casa local. As informações são do jornal Folha de S.Paulo.
Embora o tema seja tratado de maneira discreta dentro da legenda, a preocupação é óbvia: a radicalização no ambiente político aumentou e, com ela, a animosidade de apoiadores do atual presidente da República. O Ministério Publico, inclusive, solicitou a investigação de supostos militares, apoiadores de Bolsonaro, que realizaram uma manifestação em 21 de março. Em um dos vídeos, um rapaz com trajes utilizados por paraquedistas do Exército brasileiro mandou um recado ao pessoal da “da canhota, da esquerda” e disse que o presidente “não está sozinho, não, tá? Só para lembrar. Junta o que vocês tiver (sic) de melhor e tenta”.

