Privação de sono é a segunda maior causa de redução na expectativa de vida, aponta estudo

Um estudo da Universidade de Saúde e Ciência do Oregon, nos Estados Unidos, aponta que dormir menos de sete horas por noite regularmente é o fator que mais reduz a expectativa de vida, ficando atrás apenas do tabagismo. A pesquisa reforça que o sono deve ser tratado como pilar fundamental da saúde, ao lado da alimentação e da atividade física.

De acordo com a análise, o impacto da falta de sono supera outros riscos como obesidade, sedentarismo e consumo excessivo de álcool. Isso ocorre porque o sono regula funções essenciais como imunidade, metabolismo e saúde cardiovascular; sua privação pode levar a doenças cardíacas, diabetes e transtornos mentais, além de comprometer concentração e memória.

Foto: Gov.br