O café moído registrou queda de 2,17% no preço durante o mês de agosto, marcando o segundo mês consecutivo de deflação após um ano e meio de altas consecutivas, de acordo com dados do IBGE. A redução, no entanto, é temporária e reflexo do pico da colheita, com a indústria projetando nova alta a partir das próximas semanas.
Segundo Celírio Inácio, diretor-executivo da Associação Brasileira da Indústria de Café (Abic), o preço ao consumidor deve subir entre 10% e 15% em breve, com base em projeções de duas grandes empresas do setor. A expectativa é que o brasileiro volte a sentir o aumento nas prateleiras ainda neste ano, interrompendo a breve trajetória de baixa.
Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil
