Os planos de saúde empresariais devem registrar aumento de preços em 2026, com reajustes acima da inflação, impactando milhões de usuários no Brasil. A alta é motivada principalmente pelos custos médicos, como despesas com medicamentos, tecnologias e atendimentos. Diferente dos planos individuais, os contratos empresariais não possuem um teto definido pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), o que permite variações mais elevadas nos reajustes.
Estimativas do setor apontam aumentos entre 9% e 10% neste ano, mesmo com leve desaceleração em relação a 2025. Fatores como inflação médica e sinistralidade — que mede o uso dos serviços pelos beneficiários — influenciam diretamente os preços. Além disso, operadoras vêm adotando medidas como aumento de coparticipação e redução de coberturas para equilibrar custos, o que também afeta os consumidores.
Foto: Marcello Casal JrAgência Brasil
