Cientistas descobriram pegadas fossilizadas com cerca de 1,4 milhão de anos que revelam o tamanho impressionante de um ancestral humano que habitava a região onde hoje está o Quênia. As marcas deixadas no sedimento indicam que os hominídeos daquela época possuíam estatura e massa corporal superiores ao que se imaginava para o período. A descoberta joga nova luz sobre a evolução física do gênero Homo.
A análise das pegadas fossilizadas permitiu aos pesquisadores estimar com precisão dimensões como altura e peso dos indivíduos. Os vestígios sugerem uma convivência entre espécies diferentes de hominídeos no mesmo território, com características físicas bastante distintas. O achado reforça a teoria de que a paisagem evolutiva humana foi marcada por uma diversidade corporal maior do que se supunha anteriormente.
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