Professores brasileiros superam barreiras para levar conhecimento. Os exemplos estão em todo o Brasil. No Pará, professores usam barcos e canoas para entregar material aos alunos isolados pelas cheias dos rios. Vale tudo para chegar a alunos que ainda não têm acesso à internet.
Exemplo da história de Lucelnildo que faz parte de um grupo de 132 professores que se divide para atender 2.330 estudantes que vivem na beira do Rio Amazonas e não tem acesso à internet. O desafio do professor Jovino com sua moto para alfabetizar os alunos em meio à pandemia.
A diretora da Escola Indígena Nossa Senhora das Graças se preocupou em incentivar o hábito da leitura, entre os mais de 60 alunos na comunidade Solimões, a 8 horas de barco de Santarém, no Pará. Aurenice Costa criou o projeto “Maleta Viajante” que vem funcionando durante a pandemia. Numa caixa cor de rosa, ela leva de 8 a 10 livros, pessoalmente, até a casa dos alunos. Sempre de barco.
Leva opções de literatura, história, conhecimentos gerais para os alunos e também oferece leitura aos pais. Os livros ficam emprestados por uma semana.
Ao final do período, ela volta à casa e verifica como está a leitura, pronúncia e pontuação juntos às crianças e, principalmente, a interpretação dos textos. Depois, se senta com os pais para discutir o que eles entenderam dos livros que leram.
Foto: divulgação
