Galípolo critica pressão de empresas para usar FGC e defende regulação mais rígida

O presidente do Banco Central afirmou que instituições não bancárias buscam atuar como bancos com regras mais brandas, sem apresentar ativos suficientes, e que esse comportamento “não é desejável” e deve ser coibido; a declaração ocorreu durante evento de 30 anos do FGC, que tem papel essencial na estabilidade do sistema financeiro e recentemente reembolsou R$ 40,6 bilhões a credores do Banco Master.

Foto: Lula Marques/Agência Brasil