Família de brasileira morta na Indonésia pede à PF apurar vazamento de laudo sigiloso

A família da publicitária Juliana Marins, morta durante erupção vulcânica na Indonésia, solicitou à Polícia Federal que investigue o vazamento do laudo da autópsia realizada no Rio de Janeiro. O documento, de responsabilidade da Polícia Civil fluminense e que deveria permanecer sob sigilo, foi divulgado pela imprensa antes mesmo da família ter acesso oficial aos resultados.

A perícia, realizada em 2 de julho com participação de peritos da PF e um assistente técnico da família, contestaria as conclusões do laudo indonésio que atribuiu a morte a trauma contundente. Os parentes pretendiam revelar os resultados em coletiva marcada para sexta-feira (11), com presença da DPU e do perito particular. A família questiona a versão inicial das autoridades indonésias sobre as causas do óbito.

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