Um documento interno da Meta, obtido pela agência Reuters, revelou que as regras da empresa autorizavam seus assistentes de inteligência artificial a manter conversas “românticas ou sensuais” com crianças, além de propagar informações médicas falsas e estereótipos racistas. A Meta confirmou a autenticidade do documento, mas afirmou ter removido os trechos polêmicos após ser questionada pela Reuters no início de agosto.
O manual de mais de 200 páginas, intitulado “GenAI: Padrões de Risco de Conteúdo”, havia sido aprovado pelas equipes jurídica, de políticas públicas e de engenharia da empresa – incluindo seu diretor de ética. Embora o documento afirme que os padrões não representam comportamentos “ideais” da IA, eles permitiam que os assistentes virtuais adotassem condutas inadequadas, como flertes com menores e disseminação de desinformação, antes da revisão feita pela companhia.
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