A Companhia Brasileira de Alumínio (CBA), uma das principais produtoras nacionais do setor, passou para o controle de um consórcio liderado pela gigante chinesa Chinalco, com participação da anglo-australiana Rio Tinto. O acordo garante ao grupo 68,6% do capital da empresa e deve desencadear uma OPA (Oferta Pública de Aquisição) obrigatória, com alta probabilidade de retirada da companhia da bolsa brasileira (B3).
A transação é vista pelo mercado como mais do que uma simples movimentação financeira: o alumínio é considerado um ativo estratégico por seu papel na transição energética e pelo alto consumo de energia embutido em sua produção. A entrada chinesa reforça o cenário de internacionalização de setores essenciais da economia brasileira, em que o capital nacional fornece o recurso, mas o controle segue para grupos estrangeiros.
Foto: Reprodução
