A Espanha se recusou a integrar o “Conselho da Paz” criado pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, destinado a monitorar o conflito na Faixa de Gaza e coordenar a reconstrução palestina. O primeiro-ministro espanhol, Pedro Sánchez, justificou a decisão pela coerência com o compromisso do país com o direito internacional, a ONU e o multilateralismo, em uma crítica velada à iniciativa vista como um esvaziamento do organismo multilateral.
Com a recusa, a Espanha se junta a outros países europeus como França, Noruega, Eslovênia e Suécia que também declinaram do convite. Até o momento, cerca de 22 nações aceitaram participar, entre elas Arábia Saudita, Egito, Israel, Turquia e Catar, enquanto potências como Brasil, Reino Unido, China, Alemanha, Rússia e Ucrânia ainda não responderam ao chamado de Trump.
Foto: Facebook Pedro Sanchéz
