O Instituto Médico-Legal (IML) Afrânio Peixoto, no Centro do Rio, já realizou a identificação de mais da metade dos 117 mortos na megaoperação policial nos complexos do Alemão e da Penha – a mais letal da história do país. Enquanto isso, familiares das vítimas enfrentam filas, burocracia e clima de tensão em frente ao local, à espera de notícias sobre seus entes.
O IML foi fechado para atendimento comum, sendo destinado exclusivamente aos corpos da operação, enquanto outros casos são encaminhados para Niterói. Até o início da noite de quarta-feira (29), seis corpos haviam sido liberados, mas a Polícia Civil não detalhou o número exato de identificados. Parentes precisam fazer cadastro prévio em posto do Detran-RJ para, só então, realizar o reconhecimento oficial.
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