As ações contra quem não cumpre as leis ambientais e degrada a natureza estão cada vez mais fortalecidas no Pará. O trabalho, que vinha sendo realizado por meio da Operação Amazônia Viva, ganhou reforço com a operação Curupira.
Isso, com o diferencial de instalação de bases fixas em municípios que concentram os maiores ilícitos ambientais: São Félix do Xingu, Novo Progresso e Uruará. Desde a implantação da primeira base, da Operação Curupira, em 15 de fevereiro, em São Félix do Xingu, quase R$ 9 milhões, foram aplicadas em multas ambientais.
O dado é da Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Sustentabilidade (Semas), atualizado, até o dia 10 de abril. Na Semas, equipes da Diretoria de Fiscalização Ambiental e da Assessoria de Inteligência Corporativa, com utilização de imagens de satélites fornecidas pelo Centro Integrado de Monitoramento Ambiental (Cimam).
Com precisão nas informações, confirmadas pelas equipes in loco, nos territórios explorados ilegalmente, com rapidez e economia de custos. A operação curupira reúne agentes ambientais, servidores do Sistema de Segurança Pública: polícias Militar, Civil e Científica; Corpo de Bombeiros Militar, Defesa Civil, secretarias da Fazenda (Sefa) e de Administração Penitenciária (Seap), e Agência de Defesa Agropecuária (Adepará).
Foto: Agência Pará
