O secretário de Tecnologia da Informação do TSE, Júlio Valente, explicou que a apuração começa na própria seção eleitoral, com boletins impressos e dados transmitidos por canais criptografados e verificados antes da totalização, além de destacar a biometria como camada de segurança e reforçar que não há registro de fraude comprovada nas urnas eletrônicas desde 1996; ele também afirmou que eventuais questionamentos podem ser apresentados à Justiça Eleitoral e que o sistema atual oferece dezenas de mecanismos de auditoria, substituindo o antigo modelo de cédulas de papel que apresentava falhas.
Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil

