Tifanny classifica como “retrocesso” nova regra da CBV que veta mulheres trans no vôlei feminino

A oposta do Osasco, que atua há 10 anos na categoria, afirmou que a medida “tira tudo o que eu tenho” e que não vai se calar, prometendo tomar todas as medidas possíveis para reverter a decisão que afeta não apenas sua carreira, mas também o clube, torcida, patrocinadores e o direito de todas as pessoas trans ; a nova política, que exige teste genético para o gene SRY, foi anunciada pela CBV na sexta-feira (14) e vale para a Superliga 2026/27 e outras competições nacionais, mas Tifanny está liberada para disputar o Campeonato Paulista, pois a federação estadual informou que o torneio segue as regras vigentes antes da mudança .

Foto: Divulgação/Osasco – @carol__fotografia