Suzano amplia ações de conservação na Amazônia no Dia de Proteção às Florestas

Empresa avança na criação de corredores ecológicos e monitoramento de biodiversidade para proteger espécies ameaçadas

Neste último dia 17 de julho, Dia de Proteção às Florestas, a Suzano reforça seu compromisso ambiental na Amazônia com iniciativas estratégicas de conservação. A companhia, líder global na produção de celulose sustentável, trabalha para conectar 500 mil hectares de áreas prioritárias até 2030 por meio de corredores ecológicos nos biomas Amazônia, Cerrado e Mata Atlântica. Atualmente, 18 Áreas de Alto Valor de Conservação (AAVC) já foram mapeadas, totalizando 46 mil hectares no Pará, Maranhão e Tocantins. Um exemplo é a Fazenda Senhor do Bomfim (PA), onde 615 hectares de floresta abrigam 53 espécies de aves e 27 de mamíferos – incluindo 11 ameaçados de extinção, como o raro macaco caiarara, um dos 25 primatas mais vulneráveis do mundo.

A estratégia da Suzano combina tecnologia e parcerias locais para maximizar o impacto. Em colaboração com o Muriqui Instituto de Biodiversidade (MIB), a empresa utiliza drones com câmeras térmicas para monitorar primatas, tendo identificado 16 cuxiús-pretos e um caiarara. “Nosso corredor amazônico terá 200 km, conectando 200 mil hectares entre Pará e Maranhão”, explica Marco Tulio Farias, coordenador de Excelência Ambiental da Suzano. As ações reforçam o modelo de negócios da companhia, que alia produção sustentável de base florestal à conservação ativa de ecossistemas críticos – um compromisso que ganha ainda mais relevância no contexto das metas globais de biodiversidade.

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