O sistema prisional do Pará foi o que mais mudou no Brasil nos últimos dois anos e meio de gestão, e os avanços na área da educação dentro do sistema penitenciário são inegáveis. Os dados comprovam que a educação é o principal instrumento de remição de pena. O resultado desses anos de trabalho foi apresentado na manhã de hoje, 11, na sede da EAP, aos técnicos da Secretaria de Educação do Estado – Seduc.
O diretor de reinserção social da Secretaria de Estado Administração Penitenciária – Seap, Belchior Machado, fez um resumo dos avanços, destacando a aumento de mais de 1000% na alfabetização de custodiados do sistema, com a ampliação das atividades de erradicação do analfabetismo – onde os monitores são os próprios internos – de duas para quase todas as unidades prisionais. Afinal, toda a educação começa por aprender a ler e a escrever.
“A partir da alfabetização os internos agora podem avançar para o ensino regular – do fundamental, posteriormente do ensino médio, com possibilidade de chegar ao ensino superior, a partir da aprovação no Enem – Exame Nacional do Ensino Médio, que no último ano (2020), alcançou o número de 1441 inscritos pelo sistema penitenciário. O que representa um aumento de 36,18% do número de participantes em relação a 2019”, destaca Belchior.
Por Seap
Foto: Seap
