A saída de Cadu Furtado do futebol do Remo reacendeu o debate sobre o vazio deixado por Marcos Brás no Baenão. Cadu, que entrou como solução temporária, cumpriu a missão de organizar a transição e saiu em comum acordo com a diretoria.
Desde a desvinculação de Brás, no entanto, o futebol azulino segue em busca de um eixo claro de comando e estabilidade interna. Embora exista planejamento no papel, o cenário nos bastidores permanece instável, com ruídos e, segundo aponta a análise, “cartola demais” envolvido nas decisões. A indefinição, que já se estende por alguns anos, segue como um desafio a ser resolvido para que o clube encontre consistência esportiva e administrativa.
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