O Pará concentrou sete das dez áreas protegidas mais pressionadas pelo desmatamento na Amazônia em 2025, de acordo com relatório do Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia (Imazon). O levantamento aponta que unidades de conservação estaduais e federais, além de terras indígenas no estado, figuram entre as mais afetadas pela perda de floresta, considerando tanto o desmatamento interno quanto as ameaças no entorno desses territórios.
Entre as áreas mais críticas estão a APA Triunfo do Xingu (2ª posição), a Terra Indígena Andirá-Marau (3ª), a TI Cachoeira Seca do Iriri (5ª), a APA do Lago de Tucuruí (6ª), a APA Arquipélago do Marajó (8ª), a Resex Verde para Sempre (9ª) e a APA do Tapajós (10ª). Segundo o Imazon, a metodologia adotada identifica não apenas os locais onde a floresta já está sob maior impacto, mas também aqueles com maior risco de novos danos, reforçando a necessidade de ações preventivas e de fiscalização.
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