A produção musical do compositor paraense Paulo André Barata foi reconhecida como patrimônio cultural imaterial do Pará através da Lei nº 11.098, sancionada pelo governador Helder Barbalho em 18 de julho de 2025. A homenagem, aprovada por unanimidade na Alepa, consagra o legado do artista falecido em 2023, cujas composições como “Pauapixuna” e “Este Rio é Minha Rua” se tornaram símbolos da identidade amazônica.
Autor de canções imortalizadas por Fafá de Belém, Barata destacou-se por difundir a cultura paraense nacionalmente, com obras como “Paratininga” (1980), que abordava a preservação da Amazônia. O deputado Iran Lima (MDB), propositor do projeto, ressaltou a contribuição do compositor para a valorização do homem amazônico. Conhecido por seu amor aos animais e times de coração (Paysandu e Fluminense), Paulo André deixa um legado que agora integra oficialmente a memória cultural do estado.
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