Nesta segunda-feira, 15, professores da Universidade Federal do Pará (UFPA), da Universidade Federal do Oeste do Pará (Ufopa) e da Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará (Unifesspa) entraram em greve.
A medida é por tempo indeterminado. Eles reivindicam recomposição salarial, reestruturação da carreira, revogação de atos autoritários e contrarreformas.
Também a recomposição orçamentária e a isonomia entre aposentados e não aposentados. Desde o último dia 11 de março, os servidores técnico-administrativos (TAEs) das instituição, incluindo os da Universidade Federal Rural do Pará (Ufra), em Belém, estão com as atividades paralisadas.
Além de outras cobranças, os TAEs pedem que a reposição salarial, que soma perdas de até 50%, seja iniciada ainda em 2024. Sobre as reivindicações, o Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos informou que formalizou a proposta de reajuste do auxílio-alimentação de R$ 658 para R$ 1 mil (51,9% a mais).
Isso, a partir de maio, além do aumento em 51% nos recursos destinados à assistência à saúde suplementar (“auxílio-saúde”) e, ainda, de acréscimo na assistência pré-escolar (“auxílio-creche”) de R$ 321 para R$ 484,90.
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