A ex-primeira-ministra de Bangladesh, Sheikh Hasina, foi sentenciada à pena de morte por um tribunal internacional em Dhaka, após ser declarada culpada por crimes contra a humanidade durante a repressão sangrenta a protestos estudantis no verão de 2024. O veredicto concluiu que a líder, que governou o país por aproximadamente 15 anos, ordenou execuções, instigou a violência e falhou em impedir atrocidades cometidas pelas forças de segurança.
Sheikh Hasina, filha do fundador de Bangladesh e líder do partido Awami League, já havia deixado o país e se exilado na Índia após a onda massiva de protestos em agosto de 2024. Seu longo governo, marcado por crescimento econômico, foi também alvo de duras críticas por autoritarismo, perseguição a opositores e controle rígido sobre as instituições democráticas, culminando na histórica condenação.
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