A economia dos Estados Unidos ampliou sua liderança nominal sobre a China, com uma diferença de US$ 11,2 trilhões entre os PIBs dos dois países – o maior hiato em dez anos, segundo dados do Fundo Monetário Internacional (FMI). O PIB americano atingiu US$ 30,6 trilhões, consolidando a posição do país como a principal potência econômica mundial em valores nominais.
A distância ocorre mesmo com a China projetada para crescer 4% em 2025, ante 2% dos EUA, refletindo a solidez da base americana – lastreada em tecnologia, energia e consumo interno – e os desafios chineses, como a desvalorização do yuan e a crise imobiliária. Quando medido por paridade de poder de compra, o PIB chinês supera o americano, alcançando US$ 40 trilhões. No entanto, a força do dólar e o peso do mercado financeiro dos EUA sustentam a hegemonia nominal e reforçam o centro financeiro global em Washington e Nova York.
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