O Conselho Federal de Medicina (CFM) lançou nesta terça-feira (9) um sistema de inteligência artificial para fiscalização de atos médicos pelos Conselhos Regionais de Medicina (CRMs), com expectativa de aumentar em 30% o volume de fiscalizações anuais nos próximos dois anos por meio da supervisão de atividades, monitoramento de denúncias e rastreio de conteúdos em redes sociais. O presidente do CFM, José Hiran da Silva Gallo, garantiu que a tecnologia não substituirá o médico, mas servirá como ferramenta para dar celeridade às soluções e fortalecer a governança. O diretor Jeancarlo Cavalcante destacou que o sistema é pioneiro no mundo e permitirá antecipar riscos à saúde, fiscalizando antes que o dano ocorra, com cruzamento de dados do Cadastro Nacional de Médicos, CNES e Receita Federal, respeitando a LGPD. A plataforma busca proteger a sociedade contra maus profissionais e falsos médicos, além de garantir condições adequadas de trabalho aos profissionais.
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