O Programa Público da 2ª Bienal das Amazônias promoveu neste final de semana mesas redondas que colocaram a água como protagonista de discussões sobre direitos ambientais e memórias afetivas. No debate “Da nascente ao oceano”, a oceanógrafa Micaela Valentim alertou para o “apagamento” dos 14 rios urbanos de Belém, enquanto o artista indígena equatoriano Gustavo Toaquiza destacou que “a água é vida” e está sob ameaça crescente.
A programação incluiu ainda a performance da arte-educadora Naraguassu, que desafiou a plateia com a reflexão: “não existe água suja, existe sujeira na água”. O evento integra o eixo “Memória” da bienal, que segue até novembro no Centro Cultural Bienal das Amazônias, com patrocínio de empresas como Vale, Shell e Nubank através da Lei de Incentivo à Cultura.
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