A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) decidiu suspender a medida cautelar que havia adotado contra a Hapvida após reunião com a diretoria da operadora, na qual foi esclarecido que os reajustes anunciados atingem apenas contratos coletivos de grandes empresas, excluindo planos individuais, coletivos por adesão e de pequenas e médias empresas; a ANS informou que manterá monitoramento regulatório preventivo, e Damous destacou que a cautelar inicial foi tomada para evitar prejuízos a 947 mil beneficiários enquanto aguardava esclarecimentos.
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