Por unanimidade, a Corte decidiu que a lei deve ser aplicada por juízes para combater toda forma de violência de gênero contra a mulher, não se restringindo mais a casos de violência doméstica ou relações íntimas, e estabeleceu que a norma também valerá para proteger candidatas durante as eleições de outubro, com medidas protetivas como afastamento do agressor, proibição de aproximação e prisão preventiva; a decisão foi tomada no julgamento de um caso em Minas Gerais, onde uma mulher sofreu ameaças de um vizinho. A ministra Cármen Lúcia afirmou que “quem ama não mata” e que o feminicídio é praticado por uma questão de poder.
Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil/Arquivo

