O material, de composição sintética e alta resistência, pode causar lesões que vão desde ferimentos superficiais a cortes que atingem tendões e estruturas neurovasculares, principalmente em crianças, cuja pele é mais fina, segundo o professor de Enfermagem da UNAMA, Walter Lopes. O profissional recomenda a substituição por linhas de algodão, que são mais macias e evitam machucados, além de orientar a lavagem das mãos com água e sabão após a brincadeira para prevenir infecções causadas pelo acúmulo de poeira nas linhas. Outras áreas do corpo, como pescoço e pernas, também podem sofrer fissuras, exigindo atenção dos familiares para identificar e tratar feridas abertas. A orientação não é proibir a brincadeira, mas substituir o material e adotar cuidados básicos de higiene. A recomendação vale para todos os usuários de pipas, especialmente o público infantil.
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