Jambu: do prato amazônico à pesquisa científica como alimento funcional

Conhecido como “tremidão” pela sensação característica que provoca na boca, o jambu revela-se muito mais que um tempero tradicional da culinária paraense. Pesquisas da UFPA comprovam suas propriedades como alimento funcional, com alto teor de ferro e vitamina C, ação anti-inflamatória e antioxidante.

O composto espilantol, presente nas flores, é responsável pela sensação de formigamento e vem sendo estudado para aplicações farmacêuticas. Um estudo piloto da Unifap (2023) investigou seu uso tópico como anestésico leve para tratamento de ejaculação precoce, com resultados preliminares promissores. A planta amazônica consolida-se assim como recurso versátil, da gastronomia ao potencial terapêutico.

Foto: Embrapa