Em 2 anos e meio, Pará registra mais de 2.500 mortes por Síndrome Respiratória Aguda Grave

O Pará registrou 2.573 mortes por Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG), que abrange casos de síndrome gripal (SG) que evoluem com comprometimento da função respiratória que, na maioria dos casos, leva à hospitalização, no período de quase 2 anos e meio.

Foram 1.164 óbitos por SRAG em 2021; 1.250 óbitos por SRAG em 2022; e 159 óbitos por SRAG, até então, em 2023, de acordo com balanço divulgado pela Secretaria de Estado da Saúde do Pará (Sespa) no dia 26 de junho.

Dentre as crianças, que estão no grupo de maior risco para SRAG, os óbitos chegaram a 164 neste mesmo período. Em 2021, foram 78 óbitos de crianças por SRAG; em 2022, foram 66 óbitos; em 2023, 20 óbitos. Com relação ao adoecimento por SRAG, em quase 2 anos e meio foram registrados 14.551 casos no Pará.

Em 2021, foram 4.921 casos por SRAG; em 2022, 7.593 casos; e, em 2023, então o balanço fechado no dia 26 de junho pela Sespa, 2.037 casos. Ao todo, foram 5.143 registros de crianças do Pará que adoeceram por SRAG neste período, 2.235 casos em 2021, 1.909 casos em 2022 e 999 casos até o balanço do dia 26 de junho, dentro do ano de 2023.

Em nota, a Sespa explicou que os atendimentos para esses casos são feitos em toda rede hospitalar de serviço público e/ou privado que tenha leito para internação com disponibilidade de suporte ventilatório invasivo ou não invasivo.

Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil