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O deputado federal conseguiu a liberação de R$600 milhões para a construção e manutenção de centros especializados em transtorno do espectro autista em todo o Brasil.
2020 representa um marco para milhares de autistas e suas famílias em todo o Brasil, graças ao esforço e dedicação junto ao governo federal, o deputado federal José Priante teve uma de muitas emendas aprovadas no Congresso Nacional. Trata-se de um investimento de R$600 milhões de reais que serão destinados para a criação e manutenção de centros especializados em transtorno do espectro autista.
A aprovação da emenda aconteceu no Plano Plurianual – PPA do governo federal que determina a contar de 2020 até 2023 cumprir a meta da instalação destes centros por todo o Brasil. A comunidade autista tem comemorado a notícia e o apoio do deputado junto a causa.
Em setembro do ano passado, Priante recebeu a visita de membros de um grupo de trabalho do Pará, que debatem e buscam melhorias para os autistas. Naquela época, sensibilizado com a causa, destinou uma emenda individual de R$ 500 mil para ajudar na realização de diagnósticos, intervenção precoce e tratamento no Pará.
Antes de tal aprovação não existia no Brasil política publica que atendesse aos autistas, o que fazia com que os familiares recorressem aos CAPS (Centros de Atenção Psicossocial), centros este voltados a transtornos mentais e diversos tratamentos de usuários de álcool e outras drogas, o que tornava o ambiente inapropriado ao tratamento destas crianças.
Sobre o transtorno do Espectro Autista.
O Transtorno do Espectro Autista (TEA) representa uma variação de comportamentos sociais prejudicados como a dificuldade de comunicação por deficiência no domínio da linguagem e no uso da imaginação para lidar com jogos simbólicos, dificuldade de socialização e padrão de comportamento restritivo e repetitivo.
Chama-se espectro, porque se refere a situações e apresentações diferentes entre si. Todas relacionadas com as dificuldades de comunicação e relacionamento social. As pesquisas apontam: uma em cada cem crianças pode ser diagnosticada com algum grau do espectro e que afeta mais meninos do que meninas.
Em geral, o transtorno se instala nos três primeiros anos de vida, quando os neurônios que coordenam a comunicação e os relacionamentos sociais deixam de formar as conexões necessárias.

