Foto: Divulgação
Não foi fácil chegar ao modelo do Círio desse ano. Mexer na maior festa paraense e uma das maiores do mundo é complicado.
Primeiro se pensou em levar a imagem de Nossa Senhora de helicóptero pelas ruas e avenidas das procissões.
O medo da aglomeração falou mais alto.
Depois veio a ideia, inclusive divulgada para alguns gestores, de fazer apenas a trasladação e o procissão do domingo levando a imagem em um carro do corpo de bombeiros. Mas quem poderia garantir que não haveria aglomerações para ver a Santa passar?
Por fim, chegaram ao formato anunciado – missas e programação divulgada pelos meios de comunicação, apenas com público de organização presente e sobrevoo de helicóptero em hospitais.
Doeu a escolha, mas sem dúvida foi a mais prudente.

