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Os desafios socioeconômicos do Pará, um estado da Amazônia

Os desafios socioeconômicos do Pará, um estado da Amazônia

O Partido Verde, através do dr. Jarbas Vasconcelos, tem apresentado aos paraenses, através de palestras públicas, dados e sugestões para que o Pará vença o desafio de ser um estado rico com um povo pobre.

Os empresários paraenses, reunidos no Fórum de Entidades Empresárias do Pará divulgaram uma nota pública sobre o “Pará que precisamos construir para servir de pauta ao debate eleitoral deste 2018, com a qual desejamos polemizar com vista a contribuir com um novo modelo de desenvolvimento e até de postura institucional do Estado enquanto parte da Federação.

No primeiro tópico, os empresários, nossa elite, mostram dados da produção sob o tópico “Esse Pará que nos enche de orgulho” e ai relacionam um modelo de produção todo voltado para exportação de commodities ou matéria prima in natura. Modelo que tem levado o Pará a ser um estado rico de povo pobre.

No ufanismo, do tópico inicial, a nossa elite cita um único exemplo do lado humano paraense. Diz que somo hospitaleiros, apenas para, marcar sua insatisfação com a migração de brasileiros, mão de obra barata e sem qualificação que chegou com a construção das hidrelétricas e dos grandes projetos e aqui ficaram, sendo acolhido pelo nosso estado.

O modelo econômico que ufana a nossa elite e que tanto mal causa ao nosso povo, deve ser consolidado, na visão dos missivistas com mais três projetos que viabilizem a exportação de nossa matéria prima: Ferrovia Paraense, Derrocamento do Pedral do Lourenço e Aprofundamento dos Canais dia Quiriri ou Espardarte.

Não sou contra estas obras de infraestrutura, claro que elas são boas, mas a nossa elite precisa pensar e debater um novo modelo econômico mais justo e ambientalmente sustentável, que tenha como foco a qualidade de vida das pessoas.

Precisam falar sobre o sistema tributário injusto que nos coloca de joelho perante a União. Nada sobre a Lei Kandir. Falar sobre as compensações a que o estado tem direito. A mudança de paradigma que não consta deste documento precisa ser debatida de forma sincera e comprometida com um futuro seguro.

Por outro lado, chamo a atenção da nossa elite estadual para obrigação, até cristã, de pedir aos candidatos a governador, senador e deputados, compromisso com as questões sociais: educação, saúde, combate a violência.

José Conrado Santos​ Carlos Xavier (Marcelo Micucci Xavier​) Sebastião Campos, Fábio Lúcio e José Maria Mendonça, precisamos ouvir o que o dr. Jarbas Vasconcelos​ e o Partido Verde estão dizendo sobre o federalismo colonizador, que em tudo favorece a região sudeste e sul do Brasil.

O colonialismo abrangem até as áreas da informação e produção de conteúdo informativo, como bem anotou a pesquisadora Olivia Bandeira “que a informação que circula em um país de dimensões continentais como o Brasil é produzida majoritariamente nas regiões Sudeste e Sul, chamadas por Milton Santos e Maria Laura Silveira de “região concentrada” do Brasil, onde estão localizados 80% dos escritórios de comando dos grupos pesquisados.”