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Helder diz, sobre a Amazônia, que é preciso agir para não mais viver com problemas atuais

Helder diz, sobre a Amazônia, que é preciso agir para não mais viver com problemas atuais

Foto: Igor Mota/Redação Integrada de O Liberal

Por OLiberal.com

A preservação da floresta amazônica diante das crises ambiental e política é o tema central de reunião institucional no Hangar Centro de Convenções. Uma comitiva com quatro ministros de Estado, liderada pelo ministro-chefe da Casa Civil da Presidência da República, Onyx Lorenzoni, e governadores e vice-governador de cinco Estados da Amazônia Oriental veio ao Pará debater pautas como fiscalização e ajuda financeira internacional. O governador do Estado, Helder Barbalho, e o vice, Lúcio Vale, são os anfitriões do encontro.

Helder foi o primeiro governador a falar, logo após a abertura feita pelo ministro-chefe da Casa Civil. O governador iniciou sua participação apresentando seis medidas classificadas como de “ação imediata e estruturantes para a Amazônia”.

“Precisamos agir para não mais viver futuramente com essa realidade. O que acontece neste ano se difere pela ampliação dos registros, porém não é possível afirmar que os incêndios e as queimadas na Amazônia tenham começado neste ano”, pontuou Helder.

Entre as ações apresentadas estão a definição de áreas prioritárias para prevenção e controle de crimes; a criação de polos de justiça agroambiental integrada, para que os crimes ambientais sejam punidos; a criação da sala de situação para emergências ambientais na Amazônia legal; a organização de um fluxo de informações em tempo real; e o fortalecimento do Fundo Amazônia executar as ações planejadas.

“Esses são pontos centrais que podem potencializar o agronegócio e o mesmo tempo impedir o crescimento desordenado e ilegal na Amazônia”, acrescentou o governador do Pará.

Amapá

Em seguida, expôs a realidade do Amapá, o governador Waldez Góes. “Essa pode ser uma oportunidade única para nós estabelecermos uma agenda permanente para criar ações de combate, monitoramento e punição e ao mesmo tempo pactuando uma comunicação permanente e direta no trabalho em longo prazo. É hora de criar a sala de situação, monitorar em tempo real, integrar e interagir”, afirmou.

Os governadores de Mato Grosso, Mauro Ferreira e do Tocantins, Mauro Carlesse foram os últimos a se pronunciarem. A reunião ainda está em andamento.

Participam da visita ministerial, além de Lorenzoni: os ministros do Meio Ambiente, Ricardo Salles; da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Tereza Cristina; e da Secretaria Geral da Presidência da República, o major da Polícia Militar (PM) Jorge Oliveira.

De órgãos ligados à defesa do meio ambiente, acompanham a reunião o presidente do Ibama, Eduardo Fortunato Bim; o presidente da Funai, Marcelo Augusto Xavier da Silva, e o presidente do ICMBIO, Homero de Giorge Cerqueira.

Nesta terça-feira, 3, o grupo de ministros segue para Manaus para dar continuidade ao trabalho de escuta aos governadores da região, como determinado pelo presidente Jair Bolsonaro após a primeira reunião, ocorrida no dia 27 de agosto.