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Governo pede reforço de equipamentos ao Ministério da Saúde para aumentar número de UTIs no Pará

Governo pede reforço de equipamentos ao Ministério da Saúde para aumentar número de UTIs no Pará

Foto: Divulgação AD Producao

Com informações da Agência Pará

Na manhã desta segunda-feira (27), o governador do Pará, Helder Barbalho, enviou uma carta ao ministro da Saúde, Nelson Teich, solicitando o envio de respiradores, monitores e bombas de infusão para reforçar o atendimento de saúde em todo o Estado.

“Foi amplamente divulgado na mídia que o Ministério da Saúde deve enviar 14.100 unidades de respiradores para todo o país. Considerando que somamos 4% da população brasileira, nos dirigimos à Vossa Excelência para solicitar, com a urgência que o caso requer, o envio de 564 respiradores, 564 monitores e 2.256 unidades de bomba de infusão, a fim de suprir a necessidade de atendimento à população”  – governador Helder Barbalho no documento enviado à Teich.

Na carta, Helder Barbalho ressalta as medidas que o Estado vem tomando desde o dia 26 de fevereiro de 2019 no combate ao coronavírus. Desde então, o Governo do Pará vem trabalhando e implementando diversas medidas de enfrentamento, com ampliação dos leitos nos hospitais, contratação de médicos e medidas de restrição para reforçar o isolamento social.

“Para tanto, o governo disponibilizou 18 hospitais regionais que passaram a funcionar como ponto de referência no combate à doença. O Estado dispõe de 158 UTIs e 951 leitos destinados, exclusivamente, aos pacientes de covid-19”, reitera Helder Barbalho.

O sistema de saúde pública do Pará ainda dispõe de dois helicópteros equipados com UTI para fazer o transporte de pacientes da região oeste e também do Marajó. Na região metropolitana, foram habilitados dois hospitais da rede pública e uma policlínica, além de tomógrafos no Pronto Socorro Municipal para auxílio em laudos técnicos.

O estado do Pará recebeu do Ministério da Saúde 40 respiradores em duas semanas distintas (20 em cada uma). A carta foi encaminhada à Brasília e aguarda retorno do Ministério da Saúde.