Estudo global da consultora empresarial estadunidense Bain, que entrevistou 600 empresas de diferentes setores e países, mostra que 85% das empresas internacionais avaliam a adoção de inteligência artificial (IA) aos seus processos nos próximos quatro anos. Algumas das entrevistadas identificaram que cerca de 15% de suas tarefas podem ser agilizadas com ajuda de Large Language Models.
Os “large language models” ou modelos largos de linguagem são, em linhas gerais, sistemas treinados com mais de bilhões de parâmetros para aprender a executar uma ampla variedade de tarefas. (LLMs), como o ChatGPT. Em companhias que dispõem de ferramentas próprias criadas por meio de LLMs, a participação aumenta cerca de 50%.
O segmento de desenvolvimento de software desponta no uso de IA. 60% das empresas deste setor já implementaram ou estão em processo de implementar assistentes de codificação. Uma empresa que já se relaciona com inteligência artificial é a Volkswagen.
Para comemorar seus 70 anos, juntou a cantora Maria Rita a uma versão artificial de sua falecida mãe, Elis Regina, em um comercial. O vídeo gerou repercussão nas redes sociais e internautas chegaram a relembrar a ligação da montadora alemã com a ditadura no Brasil.
Entre reações contrárias e favoráveis à propaganda, desponta o debate sobre os impactos dessas tecnologias em diferentes âmbitos. Paralelamente, o uso de IA está à frente de discussões sobre inovação em outros âmbitos, como o financeiro.
Também, startups e empresas brasileiras investem em IA para melhorar a segurança nas compras em mercadinhos autônomos, que movimentam entre R$1,5 bilhão e R$2 bilhões por ano.
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