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Banco da Amazônia discute plano de aplicação do FNO 2021 do Pará

Banco da Amazônia discute plano de aplicação do FNO 2021 do Pará

Foto: Reprodução

Na manhã desta terça-feira, 25, a Federação da Agricultura e Pecuária do Pará (FAEPA) realizou, em parceria com o Banco da Amazônia (BASA), a Reunião sobre Reforma Tributária e linhas de crédito para o Agronegócio. Dentro da programação, houve o planejamento do Plano Estadual de Aplicação dos Recursos do Fundo Constitucional de Financiamento do Norte (FNO) para o Estado do Pará para 2021. A reunião foi transmitida via Youtube para todo o Estado.

Foram convidados para o evento secretarias governamentais, Institutos de Pesquisas, Federações e representantes dos segmentos produtivos diretamente envolvidos com o processo de desenvolvimento sustentável do Estado, que vêm contribuindo para a formulação dos Planos em toda a Amazônia Legal.

O superintendente regional do Pará e Amapá, Edmar Bernaldino, apresentou o Painel “Planejamento para aplicação de Recursos do FNO” que teve a finalidade de mostrar as potencialidades econômicas do Pará e de buscar subsídios para a elaboração do Plano Estadual de Aplicação dos Recursos do Fundo Constitucional de Financiamento do Norte (FNO) para 2021. “Esperamos ter contribuições dos representantes dos segmentos governamental e produtivo diretamente envolvidos com o processo de desenvolvimento sustentável do Estado, a fim de que se alcance maior eficiência e eficácia na alocação dos recursos”, comentou.

Durante o evento, o Superintendente do BASA do Pará e Amapá, Edmar Bernaldino, mostrou as oportunidades em infraestrutura que totalizam investimentos na ordem de R$ 35,2 bilhões em obras como: o Canal do Quiriri, o Projeto Ferrogrão; as Concessões BR-158, BR-163 e BR-230; e a prorrogação do contrato da Estrada de Ferro Carajás.

Dentre as potencialidades regionais citadas foram: indústria de base tecnológica, indústria, comércio e serviços, agroindústria do pescado, saneamento básico, turismo (região do Guajará); açaí, ovinocaprinocultura e bubalinocultura (corte e leite), agroindústria do pescado, aquicultura e turismo (região do Marajó); polo oleiro-cerâmico; apicultura, avicultura, horticultura, fruticultura, mandiocultura, pecuária (região do Guamá). Também foram apresentadas as potencialidades para as regiões do Rio Caeté, Rio Capim, Baixo Amazonas, Lago de Tucuruí, Carajás, Araguaia, Xingu e Tapajós.

O superintendente Edmar Bernaldino reforçou a importância da realização de um trabalho em parceria voltado para atender os municípios estagnados para que a população destas localidades tenha acesso ao crédito com agilidade e eficiência. “O BASA está incorporado ao pilar crédito dentro do plano Pró-Pará apresentado pela FAEPA. Assim, vamos continuar trabalhando para que aumente ainda mais as contratações no Estado”, finalizou.